Anderson Moreira Vale
Idade: 27 anos
Profissão: Cabo da
Marinha Brasileira
Curso: College
Unidade: Cabo Frio/RJ
Várias pessoas fazem o uso da língua inglesa em momentos inusitados. Um dos exemplos disso pode ser visto na experiência do aluno Anderson Vale, da UPTIME Cabo Frio. “Mesmo utilizando pouco o inglês no exterior, o idioma pode ser de muita utilidade e fazer a diferença em alguns momentos. Além disso, você nunca sabe quando vai precisar usar a língua”. Anderson é cabo da Marinha Brasileira e também trabalha com eletrônica de aviação. Ele passa a semana na base naval em São Pedro da Aldeia, cidade vizinha de Cabo Frio. Natural de Nova Friburgo, também no interior do estado fluminense, todos os finais de semana ele viaja até sua cidade para encontrar sua esposa e sua filha.
Em maio 2009, Anderson foi enviado ao Haiti para dar suporte à missão de paz que as Forças Armadas Brasileiras, em parceria com a ONU, estavam desenvolvendo naquele país. De lá, Anderson também foi convocado a ajudar nas buscas do avião da Air France que desapareceu nos mares sul americanos naquela época. Foi naquele momento que o aluno da UPTIME teve a oportunidade de colocar em prática o inglês que estava adquirindo em sala de aula.
“Em Port au Prince, capital do Haiti, as duas línguas oficiais são o francês e o dialeto local, por isso a comunicação com as pessoas, de forma geral, era muito difícil. Em San Juan, capital de Porto Rico, é diferente, pois o espanhol é a língua oficial de lá, mas o inglês é usado como segunda língua. Fiquei muito surpreso e feliz quando me dei conta de que podia me comunicar com as pessoas usando o inglês que havia aprendido na UPTIME. Eu havia estudado inglês por apenas cinco meses e mesmo assim foi possível fazer várias coisas, como compras e como conversar com motoristas de táxi, por exemplo”, contou o aluno.
Orgulhoso de sua missão e de se comunicar em inglês, hoje Anderson coleciona várias histórias relacionadas a sua importante experiência. Ele acha graça da primeira vez em que pegou um taxi na sua viagem ao exterior. “Fiz uma brincadeira com meus amigos. A primeira vez que pegamos um taxi fiz de conta que não eu falava outra língua. Eles tentavam explicar para o motorista o nosso destino usando gestos e mímica, mas sem conseguir sucesso algum. Eu estava sentado no banco de traz e permaneci calado, até que, de repente, falei com o motorista em inglês que éramos da Marinha Brasileira e que queríamos ir para o porto. Meus amigos não acreditaram! A partir daí me tornei uma espécie de interprete do grupo.”
Além de ter ficado orgulhoso de si, Anderson disse também que está muito orgulhoso da UPTIME, onde ele pretende continuar seu curso para se aperfeiçoar cada vez mais no idioma inglês, afinal, como ele mesmo disse, “você nunca sabe quando vai precisar usar a língua.”
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